SOFTWARE LIVRE
O detimento do conhecimento em detrimento de poucos grupos não é uma novidade histórica, na Idade Média a educação estava no poder do clero e igreja católica, e os poucos que tinham acesso gozavam de poder aquisitivo, mesmo assim era uma parcela restrita, reflexo perpetuado até o século XXI em territórios educacionais e cibernéticos.
O acesso a leitura de livros do passado é o uso "restrito " dos softwares livres de hoje, indo além a produção de conhecimento e o consumo do que é advindo de fora ainda é enaltecido, somos meros consumidores sem produção de conteúdo. Os softwares livres já tão notáveis que para atividades básicas, em que não se depende de nenhum software específico, que já é possível ter uma experiência notáveis sem depender da aquisição de nenhuma licença, a exemplo temos: Linux, VLC, LibreOffice, MySQL, Inkscape, Mozilla Firefox e etc., contudo vale lembrar que nem todos possuem o básico da ferramenta que possa utilizar estes programas como celulares, computadores, ou até mesmo o discernimento do que são em sentido técnico.
A questão da exclusão digital brasileira teve um projeto no início do governo Lula,a partir de 2003,para atenuar e democratizar este impasse, havendo a implementação dos softwares livre (sem custo ao consumidor), inclusão cibernética, por conseguinte levar este condão para as escolas públicas.
Sendo assim ainda há muito nos quesitos de se avançar neste cenário, pois leva-se em conta a formação dos professores para ensinar este universo aos alunos de nível médio do ensino regular, aceitação de alguns professores em escala de graduação universitária, é colocar em voga os benefícios de uma educação libertadora digital.
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